TOPO

NOTÍCIAS

Como prevenir e minimizar prejuízos gerados no período de pré e pós-parto, aumentando a rentabilidade

05/09/18
O período de transição que se dá aos 21 dias que antecedem o parto da vaca e os 21 dias iniciais de sua lactação definem nesse tempo a saúde e sucesso produtivo e reprodutivo desse animal, sendo que muitas vezes acabamos não dando a devida atenção e cuidados a esse ciclo dentro da propriedade afetando assim o desempenho financeiro da atividade.

25% dos descartes de vacas ocorrem até 62 dias de lactação, advindo de casos de retenção de placenta ou derivados dele. (Godden,2003), onde geralmente temos custos somente precificado o tratamento clinico (Veterinário, antibiótico, anti-inflamatório) que na pratica esses representam apenas 15 a 20% do custo total (Liang, 2013). O fato é que essas doenças são as mais caras da atividade:

- Retenção de placenta (R$ 1.000,00 a 3.000,00/Caso);
- Cetose (R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00/caso); 
- Metrite (R$600,00 a R$ 1.200,00/caso);
- Hipocalcemia clinica (R$ 1.100,00/animal);
- Hipocalcemia subclínica (R$500,00/animal).


Para evitar e minimizar os riscos das doenças acima o produtor deve ter em mente fornecer conforto ambiental/térmico e a importância de se fornecer uma dieta aniônica a vaca. Devemos ainda considerar que a imunidade das vacas nesse período de transição é menor, onde o aparelho reprodutivo ainda se encontra aberto e as taxas de infecção e mastites são altas, com isso o fornecimento de Vitamina E, zinco, cobre, selênio, cromo e colina pode ser benéfico, aumentando a resposta imune desses animais. Feno, silagem e outros alimentos com bolor e fungos não devem ser fornecidos as vacas, pois esses podem afetar o sistema imunológico e resistência a doenças.

No Pré-Parto (21 dias que antecedem ao parto) o M-SEG PRÉ-PARTO é indicado para dietas aniônicas com a função do aumento da mobilização de cálcio para a corrente sanguínea. Contendo farelos em sua formula, o que proporciona um consumo voluntário e espontâneo (pronto pra uso), necessários para baixar o PH sanguíneo (IDEAL DE 6,0 A 6,5) e desenvolvimento das papilas ruminais. Contém micro minerais orgânicos (COBRE, ZINCO, SELENIO E CROMO) que atuam na melhora da saúde, imunidade e reprodução no pós-parto imediato e contém COLINA que atua no auxilio de controle de esteatose hepática (Fígado gordo), aliando uma dieta de precisão com facilidade de manejo e excelente custo x benefício ao produtor com resultados comprovados.

 

Resultados de campo com M-SEG PRÉ-PARTO


Saiba mais sobre o M-SEG PRÉ-PARTO clicando aqui.

PÓS PARTO


Os últimos 20 anos teve mudanças significativas na produtividade do gado leiteiro, como o melhoramento genético, maior produtividade, a necessidade de suplementação rica em proteína, energia e minerais, estresse (Distúrbios Metabólicos), e prevenção a micotoxinas.
A acidose ruminal é uma doença metabólica causada pela ingestão excessiva de alimentos ricos em carboidratos de fácil fermentação. (DUNLOP, 1972, NOCEK, 1997) e pode ocorrer de forma clinica AGUDA (< pH 5,5) e subclínica onde ocorre em maior frequência dentro das propriedades acometendo de 20 a 25% do rebanho. Normalmente, há no rúmen um equilíbrio entre bactérias (celulolíticas) que digerem as fibras e bactérias que usam carboidratos. Qualquer alteração nesse mecanismo ocasiona indigestão, disfunção ruminal e absorção de toxinas (GONZÁLEZ e SILVA, 2006; OGILVIE, 2000). A ingestão de quantidades excessivas de alimentos altamente fermentáveis pelo ruminante é verificada com 2 a 6 horas pela marcante mudança na população microbiana do rúmen. Há um acentuado aumento no número das bactérias que produzem grandes quantidades de ácido láctico (Streptococcus bovis). A grande concentração de ácido láctico leva a uma queda no pH ruminal, a tal ponto que são destruídas grande parte da flora ruminal com diminuição dos movimentos ruminais. A concentração de ácidos graxos voláteis inicialmente também é aumentada e contribui para diminuir o pH ruminal. (BLOOD et al., 1979).

Os sintomas relacionados a acidose são perda e oscilação de apetite diminuindo o consumo de matéria seca  e absorção de nutrientes pela parede do rúmen, resultando em instabilidade de produção de leite, baixo desempenho, perda de peso, desidratação, laminite e problemas reprodutivos. O correto gerenciamento do rúmen é visto cada vez mais como foco central para a saúde e produtividade dos ruminantes. Proporcionando um ambiente ruminal adequado de fermentação, com menor oscilação de pH possível.

O M-SEG TAMPONANTE ADS (TAMPONANTE + ADSORVENTE DE MICOTOXINAS) além de trazer o equilíbrio de PH, ajuda imediatamente a reverter a dieta aniônica para iônica garantindo saúde ruminal e auxiliando no desempenho e adaptação a nova dieta mais rica em carboidratos e amido, fornecendo também uma blindagem as micotoxinas pelo amplo expectro de atuação que ele tem, minimizando os danos e prejuízos causados por AFLATOXINAS, ZEARALENONA,  DON, OCRATOXINA A, T2 e FUMONISINA, presentes nos alimentos, sem contar na praticidade de dosagem e garantia do fornecimento do adsorvente de micotoxinas.


Saiba mais sobre o M-SEG TAMPONANTE ADS clicando aqui.

Afim de trazer uma solução prática e objetiva focada no período de transição (pré-parto e pós-parto) a MINERPHÓS NUTRIÇÃO E SAÚDE ANIMAL, traz para o mercado sua nova linha de produtos, M – SEG, visando segurança em matéria prima, segurança em tecnologia e segurança em resultado, aliando facilidade de uso e manejo na propriedade com garantia de resultados ao produtor com o uso do M-SEG PRÉ-PARTO e M-SEG TAMPONANTE ADS.

Com o PROGRAMA DE TRANSIÇÃO M-SEG, levamos ao produtor um pacote tecnológico de acompanhamento técnico e orientações, visando minimizar e diminuir severamente os problemas, doenças e prejuízos causados nesse período como RETENÇÃO DE PLACENTA, HIPOCALCEMIA OU FEBRE DO LEITE, METRITE, FIGADO GORDO, CETOSE, LAMINITE, DESLOCAMENTO DE ABOMASO, MASTITE... 

Você está com algum desses problemas relacionados acima em sua propriedade? Clique aqui e consulte nossos técnicos e parceiros e veja os benefícios que o PROGRAMA M-SEG TRANSIÇÃO pode trazer para o seu rebanho.
 


Sobre o autor:
Helder Luiz Bohn – Supervisor de Demanda e clientes Conta Chave RS/SC.

Saiba mais sobre o Grupo  Minerphós
 
Mais Notícias